quinta-feira, 1 de novembro de 2018

O tempo voa!

Parece que há poucos dias desmontamos a árvore de natal e já está quase a ser armada novamente. Sou só eu que acho o tempo cada vez mais rápido? As horas passam a correr, os dias são cada vez mais curtos e passamos mais um ano num ápice! Será que há alguma forma de fazer o tempo ir mais devagar?
Estava aqui a pensar que há pouco tempo soube que uma amiga estava grávida. Pouco tempo? O garoto já tem 10 anos! Ora bolas! Como foi que isto aconteceu? 
O melhor é aproveitar cada minuto ao máximo, porque desde que comecei a escrever este texto já se passaram cinco minutos e era suposto demorar um minutinho só!

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

É hoje!

Mais um aniversário chegou e com o passar dos anos, aprendemos a valorizar cada vez mais as pessoas e não o mundo material. Por isso, com mais ou menos prendas, o importante é ter perto de nós quem amamos e são essenciais na nossa vida. 

Feliz aniversário para mim! 

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

O poder da sugestão

Nesta altura do ano, a minha terra é rica em fruta. Temos sabores para todos os gostos e e eu que não sou esquisita nem nada, aprecio quase todas. 
Um dia destes, uma vizinha veio dar-nos ameixas. Até aí tudo bem mas há um problema: a mulher tem uma certa tendência para as artes do oculto, ou seja, vai à bruxa por tudo e por nada. 
A minha mãe, com medo da fruta ter sido enfeitiçada, aceitou a fruta mas depois recusou-se a comê-la e disse que nós devíamos jogar tudo fora. Eu que não acredito nessas coisas, comi e o meu pai também. Nada de anormal aconteceu. No dia seguinte, influenciado pelo que a minha mãe disse, o meu pai começou a sentir-se mal. "Ai que tenho o coração a bater depressa", "ai que vou morrer", "ai que aquela fruta estava mesmo enfeitiçada", etc. Tratei de ir buscar o aparelho de medir a tensão e... estava tudo normal. Então disse-lhe que se a mim não tinha feito mal, a ele também não ia fazer. Lá acalmou (apesar da minha mãe continuar a insistir na mesma história). Tive de dar um sermão a um para não acreditar nessas coisas e a outro para não meter essas coisas na cabeça dos outros. É que muitas vezes, nós criamos o próprio mal quando acreditamos que determinada coisa pode ser maléfica. Esse é o poder da sugestão que faz mais efeito do que qualquer bruxaria!


quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Comunistas mas civilizados!

O isolamento térmico e acústico das casas mais antigas, é uma miséria. Por causa disso, ouvimos involuntariamente as conversas dos vizinhos. Num dia destes, estava eu na casa de banho quando oiço esta conversa na casa ao lado:

Vizinha:
-A minha filha foi passar ferias a Cuba.
Amigo da vizinha:
- Cuba? Mas aquilo é só comunistas por lá!
Vizinha:
- Sim, são comunistas mas são civilizados...

Ahahaha! 

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Ah! as férias, essas noites intermináveis...

Isto já é típico aqui no blog mas aqui vai: tenho mais uma reclamação a fazer! Definitivamente não me dou bem com as férias! Não as minhas, claro, mas as dos outros. O verão traz calor, mosquitos e emigrantes. Qual dos três aborrece-me mais? Todos eles, assim juntinhos. De noite então, nem se fala. 
Estava eu no sossego da minha cama, sem nada por cima de mim (entenda-se: lençóis ou colchas) quando sinto um zunzum. Sim, era um maldito mosquito que resolveu visitar a minha pessoa. Na impossibilidade de matar o dito cujo (o bicho é mais rápido!), puxo o lençol. Pronto! estou a transpirar por tudo quanto é poro mas ao menos estou livre do mosquito. Adormeço. Subitamente acordo com um barulho estranho. Um radio tocava às 3 da madrugada uma batida infernal e no meio desse ruído todo, um homem soltava os maiores impropérios à sua "amiga". O som vinha da casa ao lado, onde estão de férias os vizinhos residentes em terras de sua majestade. A dona da casa quando aqui chega, traz amigos. Põe o radio a tocar no máximo a altas horas, ouvimos sons de vidros a partir (garrafas e copos) e quando a bebedeira atinge o seu nível mais alto, desatam aos berros uns com os outros. Já escutei ameaças de morte, interrupções de namoro e palavrões. Ontem o dialogo era tão profundo quanto isto:
Ele: You're dead to me. I'm not dead to you but you are dead to me! (Tu morreste para mim. Eu não morri para ti mas tu morreste para mim)
Ela: (chorava e berrava coisas inaudíveis). 
Ele: You're gonna become fatter and uglier! (Tu vais ficar mais gorda e mais feia)
Ela: (palavrões de toda a espécie).
E isto vai durar semanas...

Agora imaginem o que é aturar calor, mosquitos e bêbados às tantas da manhã. Só na base do xanax mesmo...


segunda-feira, 23 de julho de 2018

Critica literária: A culpa é das estrelas


SINOPSE:

Apesar do milagre da medicina que fez diminuir o tumor que a atacara há alguns anos, Hazel nunca tinha conhecido outra situação que não a de doente terminal, sendo o capítulo final da sua vida parte integrante do seu diagnóstico. Mas com a chegada repentina ao Grupo de Apoio dos Miúdos com Cancro de uma atraente reviravolta de seu nome Augustus Waters, a história de Hazel vê-se agora prestes a ser completamente reescrita.

PERSPICAZ, ARROJADO, IRREVERENTE E CRU, A Culpa é das Estrelas é a obra mais ambiciosa e comovente que o premiado autor John Green nos apresentou até hoje, explorando de maneira brilhante a aventura divertida, empolgante e trágica que é estar-se vivo e apaixonado.


Opinião:

A história de Hazel e Augustus, poderia ser uma historia de amor de adolescentes como qualquer outra. O facto dos dois terem cancro (tipos de cancro diferentes), torna-a mais interessante e trágica. 
O livro mostra-nos a visão romântica mas também realista do amor. O amor que tem os dias contados mas que mesmo assim vale a pena ser vivido até ao ultimo dia. Afinal de contas, quantos relacionamentos acabam sem que um dos namorados morra? Será que vale a pena amar quando temos a certeza de que o fim está mais perto do que seria normal? 

O autor tem uma escrita simples e o livro lê-se rapidamente (eu li tudo no mesmo dia). Gostei da historia mas desejava que o final fosse diferente (no mundo da ficção tudo é possivel, não é verdade?). John Green preferiu mostrar as coisas como elas são: bonitas, feias, autenticas e tristes porque a vida é assim...

P.S- A sinopse e a imagem foram tiradas do site https://www.wook.pt/livro/a-culpa-e-das-estrelas-john-green/13927568